Quem Somos 34 anos
QUEM SOMOS – REDE ESPERANÇA
O Projeto Esperança e os 34 anos de caminhada Projeto Esperança surgiu do estudo do Livro “A Pobreza Riqueza dos Povos” do autor Africano Albert Tévoèdjeré, cujos estudos e Seminários iniciaram em 1982, e no 3º Congresso da Cáritas-RS em 1984. Na oportunidade, Dom José Ivo Lorscheiter, Bispo Diocesano de Santa Maria, com base no estudo “A Pobreza, Riqueza dos Povos”, “A Transformação pela Solidariedade”, que valoriza as “Pequenas Coisas” e que tem como fundamento a Solidariedade. Dom Ivo desafiava a Cáritas-RS a criar e desenvolver os PACs (Projetos Alternativos Comunitários), como um novo jeito de construir o Desenvolvimento Solidário e Sustentável encontrar soluções para os grandes problemas sociais, entre eles o desemprego, o êxodo rural, a fome, a miséria e a exclusão social.
Foi a partir desta reflexão que se fortaleceu e difundiu o modelo da Caridade Libertadora, ou seja, a Caridade Organizada, através dos PACs (Projetos Alternativos Comunitários), da Economia Popular Solidária e a “Reivenção da Economia”, que coloca como pano de fundo, a Solidariedade, Geração de Trabalho e Renda e as diferentes formas de organização Associativa, Cooperativada e de Autogestão.
A partir de 1982, a Diocese de Santa Maria, a UFSM ( Universidade Federal de Santa Maria), a EMATER Regional – RS e outras organizações iniciaram o estudo do livro, promoveram Seminários e Jornada de Estudos na região Centro – RS, cuja articulação regional deu a origem aos PACs (Projetos Alternativos Comunitários) junto com a Cáritas Regional – RS. Em 1984 foram surgindo as primeiras experiências de Grupos Comunitários e Associações. Em 1987 foi criado o Projeto Esperança e o início do seu funcionamento a partir dos Grupos Organizados que se integraram desde o início, neste Programa. Forma os primeiros grupos de PACs e na Diocese de Santa Maria o Projeto Esperança.
Em 1986 a Diocese de Santa Maria iniciou o diálogo com a MISEREOR e a KATHOLISCHE ZENTRALSTELLE FÜR ENTWICKLUNGSHILEFE E.V. – Alemanha, que garantiu o apoio inicial para o Projeto Esperança. Apoiou muitos grupos, no contexto do Fundo do Crédito. A MISEREOR financiou o primeiro prédio do Terminal de Comercialização Direta e renovou 5 Convênios Consecutivos com a Diocese de Santa Maria, para o Programa do Projeto Esperança, que trabalha na construção Regional da Economia Popular Solidária, juntamente com a CÁRITAS RS e com diversas organizações e Entidades da região Centro – RS.
A COOESPERANÇA (Cooperativa Mista dos Pequenos Produtores Rurais e Urbanos Vinculados ao PROJETO ESPERANÇA) foi criada em 29/09/1989. É uma Central, que juntamente com o Projeto Esperança, congrega e articula os grupos organizados e viabiliza a Comercialização Direta dos produtos produzidos pelos Empreendimentos Solidários do Campo e da Cidade e que fortalecem juntos, com um Novo Modelo de Cooperativismo na proposta Alternativa, Solidária, Transformadora e Autogestionária e no Desenvolvimento Sustentável, na certeza de que “Um Outro Cooperativismo é Possível”.
Durante estes 34 anos, o Projeto Esperança/Cooesperança realizou milhares de reuniões, encontros, cursos de Formação, Debates, Assembléias, Articulações com os Trabalhadores/as do Campo e da Cidade em parceria com Organizações Governamentais e Não Governamentais do Brasil e de outros Países da América Latina através da FEICOOP.O Projeto Esperança/Cooesperança é uma experiência consolidada e faz parte do trabalho do Banco Da Esperança da Arquidiocese de Santa Maria.
Nestes 34 anos de caminhada teve um grande número de parceiros, a MISEREOR – Alemanha, Cáritas Brasileira/RS, Prefeitura Municipal de Santa Maria, IGK (Instituto Genaro Krebs), UFSM, UNIFRA, EMATER, SAEMA, IRFADI, CPT (Comissão Pastoral da Terra), Governo Federal, SENAES (Secretaria Nacional Economia Solidária), MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário), Caixa Econômica Federal, PETROBRÁS, SEBRAE, PALLOTTI, Veículos de Comunicação, SENAES (Secretaria Nacional de Economia Solidária), IMS (Instituto Marista Solidariedade) e muitos outros parceiros, consumidores/as e apoiadores deste importante trabalho de Economia Solidária. Estes parceiros históricos contribuíram significativamente e alguns ao longo do tempo foram modificando alguns parceiros.
REDE ESPERANÇA
A Rede Esperança é composta pelos Empreendimentos de Economia Solidária vinculados ao Projeto Esperança/Cooesperança da Arquidiocese de Santa Maria. Faz parte de um conjunto de 12 redes da Caritas Brasileira e foi criada em 2020, após um longo período de formação de Agentes a nível Nacional. A finalidade é fortalecer e articular a Economia Solidária como Rede Nacional, buscando uma maior integração entre os Empreendimentos solidários do Brasil.
MISSÃO
Conectar pontos na organização territorial com base nos princípios da Economia Solidária em vista do Bem Viver, com geração de trabalho e renda no campo e cidade na região central do Rio Grande do Sul.
VISÃO
Ser referência nacional como rede de comercialização, através do Comércio Justo e Solidário, bem como do consumo ético, consciente e responsável em vista do Bem Viver.
OBJETIVOS:
- Estabelecer parcerias com Instituições, Redes e Organizações, respeitando os princípios da Economia Solidária, com vistas na formação, organização, inclusão social e cidadania.
- Promover intercâmbios com organizações sociais, Entidades, Movimentos e Poder Público para o fortalecimento da Agricultura Familiar e as Redes de Cooperação Solidária.
- Contribuir no fortalecimento da Rede de Projetos Sociais e Políticas Públicas em espaços de Comercialização Solidária.
- Participar na organização e Reconversão de Alternativas à Cultura do Fumo e das monoculturas.
- Produzir, consumir e comercializar “Comida de Verdade”.
- Dar visibilidade a “Rede Esperança”, através das novas tecnologias, ferramentas digitais e um Plano de Comunicação.
- Valorizar o ser humano acima do capital.
- Promover a comercialização solidária de produtos e serviços, através de Feiras locais, Nacionais e Internacionais, que geram qualidade de vida, saúde e renda para os Empreendimentos Solidários.
- Formar a Cadeia Produtiva Regional do Moranguinho.
- Organizar uma Plataforma com as vendas online dos Produtos da Economia Solidária.
VALORES E PRINCÍPIOS:
Solidariedade, Comunicação, Cidadania, Inclusão Social, Sustentabilidade, Mística, Autogestão, Trabalho, Cooperação, Ética, Honestidade, Dignidade, Bem Viver, Partilha e Cuidado com a Vida e o Meio Ambiente.
EIXOS DE ATUAÇÃO: Agroindústrias Familiares, Hortifrutigranjeiros, Artesanato e Confecção, Plantas Ornamentais, Comunidades Indígenas, Catadores/as, Quilombolas, Parcerias com o Poder Público, Entidades, Organizações e Movimentos Populares e os Consumidores/as.
FORMA DE GESTÃO:
- Colegiada, Participativa, Autogestionária e foi inspirada no Fórum Social Mundial que projeta “Um Outro Mundo Possível” E “Uma Outra Economia que já Acontece”.
PROJETO ESPERANÇA/COOESPERANÇA – 34 ANOS DE HISTÓRIA
O Projeto Esperança/Cooesperança foi criado em 15.08.1987, inspirado no Livro: “A Pobreza, Riqueza dos Povos” do Autor Africano: Albert Tévoèdjeré e completa no dia 15/08/2017, são 30 anos de luta. É um setor integrado no Banco da Esperança na área Social da Arquidiocese de Santa Maria em articulação com a Caritas Brasileira e Caritas RS.
O Projeto foi idealizado por Dom Ivo Lorscheiter e um grupo de Professores da UFSM, EMATER, lideranças da Diocese de Santa Maria e representantes das Congregações Religiosas, entre as quais as Filhas do Amor Divino, que há 30 anos estão nesta Missão Social e Profética de Inclusão Social desta Arquidiocese.
Recordamos com muito carinho as sábias palavras de Dom Ivo Lorscheiter, pronunciadas em uma entrevista com a UNISINOS no dia 21.04.2006 quando ele se reportava ao Projeto Esperança/Cooesperança: “Eu desejaria, olhando o futuro, que a nossa região de Santa Maria, que é relativamente pobre, fosse mais intensamente ajudada com atitudes de esperança. Nós não queremos ver pessoas desanimadas, não queremos iludir ninguém, não queremos criar falsas expectativas, mas a esperança verdadeira”.
A proposta do Projeto Esperança/Cooesperança é organizar o povo no meio urbano e rural, através das Associações, Cooperativas Autogestionárias, Economia Solidária, Agricultura Familiar, Catadores, Artesãos, Quilombolas, Agricultores Familiares com produção Ecológica e o Comércio Justo, Consumo Ético e Solidário, criando Alternativas de Trabalho e Renda. O Projeto Esperança/Cooesperança é inspirado no texto Bíblico dos Atos dos Apóstolos (4:34) dos primeiros Cristãos, “pois entre eles tudo era comum e não haviam necessitados entre eles”.
Assim, a Mística da Igreja de forma Ecumênica, a Organização do Povo, a Tecnologia das Universidades e as Políticas Públicas, poderão fazer este projeto fortalecer as suas Práticas nos próximosanos de uma exitosa trajetória, construindo com organização, participação e Inclusão Social e Cidadã este novo modelo de Desenvolvimento Solidário, Sustentável e Territorial, num “Pensar Global e Agir Local”.
São também muito inspiradoras as palavras do Papa Francisco, pronunciadas no primeiro Encontro Mundial dos Movimentos Sociais em 2014 em Roma: “Nenhuma Família sem Casa, nenhum Camponês sem Terra, nenhum Trabalhador sem Direitos” e nós completamos “Nenhum Direito a Menos”.
Este é um trabalho de articulação Local, Regional, Nacional e Internacional que fortalece cada vez mais a Economia Solidária e a Agricultura Familiar, bem como o Comércio Justo, o Consumo Ético e Solidário e o trabalho em Redes Solidárias.
Somos muito gratos aos parceiros, apoiadores e todos os que fizeram acontecer esta história ao longo dos 34 anos, entre os quais os Empreendimentos Solidários, Gestores Públicos, Entidades de apoio, consumidores/as e os Veículos de Comunicação. Lembramos com muito carinho o nosso saudoso e inesquecível Dom Ivo Lorscheiter, idealizador do Projeto Esperança/Cooesperança que ficará em nossa memória para sempre. Um reconhecimento especial à MISEREOR/KZE/Alemanha, Cáritas Brasileira e Caritas RS e todos que apoiaram esta experiência ao longo dos 34 anos e continuarão os nossos parceiros.
O Projeto Esperança/Cooesperança se propõe a “Transformação pela Solidariedade”, fortalecendo “Uma Outra Economia que já Acontece” e por isso afirmamos com o sábio Provérbio Africano que: “Muita gente pequena, em muitos lugares pequenos, fazendo coisas pequenas, mudarão a face da Terra”.
FÓRUNS MUNDIAIS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA
- 1º FÓRUM MUNDIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA – JANEIRO DE 2010
Apesar da Feira Cancelada em julho de 2009, vieram para Santa Maria, RS, 15 Estados Brasileiros e deram um apoio generoso, solidário e significativo, para a equipe de Santa Maria.Participaram representantes dos 05 Continentes: Europa, África, América, Ásia e Oceania. Representantes de 25 Países: Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, Equador, Hungria, Itália, México, Paraguai, Peru, Portugal, Senegal, Uruguai, Nicarágua, Paquistão, Estados Unidos, Bolívia, Venezuela, Japão, Taiwan, Áustria e França. Representantes de 26 Estados Brasileiros e o Distrito Federal. Representantes de mais de 583 Municípios. 26 Fóruns Estaduais de Economia Solidária, Fórum do Distrito Federal e o Fórum Brasileiro de Economia Solidária e Fóruns Municipais de ECOSOL. Público visitante mais de 130 mil pessoas que passaram pelo 1º Fórum Mundial de Economia Solidária. De Santa Maria foram muitos ônibus para Porto Alegre no 10º Fórum Social Mundial.
- 2º FÓRUM MUNDIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA – JULHO DE 2013
Tema: “Construindo a Sociedade do Bem Viver: Por uma Ética Planetária”.
Participaram dos Eventos Mundiais de Santa Maria: Representantes dos 5 Continentes; de mais de 32 Países; muitas Caravanas dos Países do Mercosul; 27 Estados Brasileiros; 800 Empreendimentos de Economia Solidária do Brasil e das Redes Inter-continentais; Uma significativa representação do FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária); 408 Municípios; de 200 Entidades e Organizações, Movimentos Sociais, Pastorais Sociais, Cáritas e Setores de Gestores Públicos, Universidades e Veículos de Comunicação; +/- 60 Comissões que contribuíram na organização dos Eventos Mundiais; Seminários, Oficinas, Eixos Temáticos, Programas de Rádios, TVs, Oficinas Autogestionárias, Marcha Mundial pela Paz e Justiça Social, Levante da Juventude, Atividades Culturais e um grande Show Latino Americano de Música Popular com os Artistas da Caminhada e passaram pelos Eventos Mundiais de Economia Solidária mais de 200 mil pessoas segundo a Brigada Militar de Santa Maria.
- 3º FÓRUM MUNDIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA – JULHO DE 2018
JUBILEU DA FEICOOP – 25 ANOS – JULHO DE 2018
Tema: “Construindo a Sociedade do Bem Viver: Por uma Ética Planetária”.
Participaram representantes dos 05 Continentes: Europa, África, América, Ásia e Oceania. Representantes de 25 Países: Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, Equador, Hungria, Itália, México, Paraguai, Peru, Portugal, Senegal, Uruguai, Nicarágua, Paquistão, Estados Unidos, Bolívia, Venezuela, Japão, Taiwan, Áustria e França. Representantes de 26 Estados Brasileiros e o Distrito Federal. Representantes de mais de 583 Municípios. 26 Fóruns Estaduais de Economia Solidária, Fórum do Distrito Federal e o Fórum Brasileiro de Economia Solidária e Fóruns Municipais de ECOSOL. Público visitante mais de 302 mil pessoas que passaram pela 25ª FEICOOP.
COOESPERANÇA
A COOESPERANÇA é a Cooperativa Mista dos Pequenos Produtores Rurais e Urbanos Vinculados ao PROJETO ESPERANÇA. É uma Central, que juntamente com o Projeto Esperança, congrega e articula os grupos organizados e viabiliza a Comercialização Direta dos produtos produzidos pelos Empreendimentos Solidários, no Campo e na Cidade e que fortalecem juntos, com todos os grupos um Novo Modelo de Cooperativismo, na proposta Alternativa, Solidária, Transformadora e Autogestionária e do Desenvolvimento Solidário e Sustentável, na certeza de que “Um Outro Cooperativismo É Possível”. A COOESPERANÇA trabalha, junto com o PROJETO ESPERANÇA de forma integrada, a proposta da Economia Solidária em vista de um Desenvolvimento Solidário e Sustentável, fortalecendo a Cultura da Solidariedade. Foi fundada em 29 de setembro de 1989.
TEIA ESPERANÇA – UMA REDE DE COMERCIALIZAÇÃO
A Teia Esperança, é a Rede dos Empreendimentos Solidários associados ao Projeto Esperança/Cooesperança que foi criada no dia 14 de janeiro de 2003, com o objetivo principal de articular os Empreendimentos Solidários para uma maior articulação dos produtores (as) e consumidores (as) e motivar o Comércio Justo, o Consumo Ético e Solidário através dos pontos de Comercialização Direta dos Municípios da região Centro e a articulação dos Empreendimentos entre si. São vários pontos fixos de Comercialização Direta dos diversos grupos nos Municípios da Região Central – RS. A Teia Esperança tem como Ponto de articulação e integração o Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, com troca de experiências e de produtos, todos os sábados no Feirão Colonial Semanal.É uma forma eficaz e muito eficiente de fortalecer os grupos, consolidar a articulação e construir Políticas Públicas articuladas em Rede Solidária. O Projeto Esperança/Cooesperança é uma experiência exitosa que deu certo e afirma com certeza de que “Outra Economia é Possível”.
Nestes pontos fixos, comercializam-se Produtos da Agroindústria Familiar, produtos Coloniais, Hortifrutigranjeiros, Panificação, Confecção, Artesanato, Floricultura e Prestação de Serviços, com a proposta da Economia Solidária, na perspectiva de Gerar Trabalho e Renda, Dignidade pelo trabalho organizado, com a valorização do trabalho acima do capital, na construção da Cidadania e Inclusão Social. Os pontos da Teia Esperança são administrados de forma Colegiada pelos próprios Empreendimentos Solidários organizados e associados, ao Projeto Esperança/Cooesperança e da Teia Esperança.
O PROJETO ESPERANÇA E AS POLÍTICAS PÚBLICAS
O Trabalho, a Organização Popular e as Políticas Públicas. A função da Igreja e dos Movimentos Sociais é garantir a Organização, Formação e Mobilização dos trabalhadores (as) do campo e da Cidade.Os recursos, o crédito e as Políticas Públicas são função do Governo viabilizar em nível Municipal, Estadual e Federal.O Projeto Esperança/Cooesperança, participa efetivamente na construção de Políticas Públicas para a viabilidade econômica dos Empreendimentos Solidários e dos Movimentos Sociais de Resistência e Organização Cooperativada, para um Projeto de Desenvolvimento Sustentável, solidário, Territorial e transformador em vista do Bem Viver.
A ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA
A Economia Popular Solidária vai muito além da “Resistência”, Exclusão Social e ao Desemprego. Ela aponta para nova prática Econômica, ou então a“Reinvenção da Economia” provando que “Uma Outra Economia é Possível”, capaz de criar e fortalecer Novos Empreendimentos, Gerando Trabalho e Renda, a partir do Trabalho Cooperativado, Autogestionário, com Gestão Participativa entre os Homens e Mulheres que constroem um Novo Modelo de Desenvolvimento a partir do trabalho Organizado e da proposta do Cooperativismo Alternativo e Autogestionário.
A Prática da Economia Popular Solidária e do Cooperativismo Alternativo, está fundamentada na Cooperação, na Autogestão, na Produção Coletiva, na Comercialização Direta, na Justa distribuição da Renda, na Agroecologia, na Agricultura Familiar, que valoriza o ser humano e o trabalho, acima do Capital, formando novos “Sujeitos para o exercício da Cidadania”, na Inclusão Social e “Novo Projeto de Sociedade”.Fortalece a consciência do produtor e do consumidor incentivando um Consumo Justo, Responsável, Ético e Solidário, na Certeza de que “Um Outro Consumo é Possível”.
PRINCIPAIS SEGMENTOS QUE SÃO BENEFICIADOS PELO PROJETO ESPERANÇA/COOESPERANÇA
- A Organização e a Formação
- O Cooperativismo e a Economia Solidária
- A Agricultura e Agroindústria Familiar
- Os Catadores/as de Material Reciclado
- Os Povos Indígenas
- Os Quilombolas
- A Cultura Afro Brasileira
- Os Artesãos/as
- Os Trabalhadores Urbanos na Segurança Alimentar Nutricional Sustentável
- O Comércio Justo e Consumo Ético e Solidário
- A Agroecologia
- As Políticas Públicas
- A Segurança Alimentar Nutricional Sustentável
- As parcerias e a articulação com as Redes Nacionais e Internacionais de Economia Solidária.
- CPT – Comissão Pastoral da Terra de Santa Maria
- As Feiras em Rede e Pontos Fixos de Comercialização Solidária.
- Rede COMSOL – Rede Brasileira dos Pontos Fixos de Comercialização Solidária
- Projeto das 12 Redes em parceria com a Caritas Brasileira
– Articulação do Projeto Esperança/Cooesperança:
- A nível Regional
- A nível Estadual
- A nível Nacional
- A nível Internacional
- A nível Latino Americano
- A nível Intercontinental por ocasião dos grandes Eventos Internacionais que se realizam no mês de julho de cada ano, em Santa Maria – RS , através das Redes Mundiais de Economia Solidária.
AGRICULTURA FAMILIAR E A AGROECOLOGIA
“AQUILO QUE FOI DESTRUÍDO, FOI PARA SEMPRE MAS O QUE ESTÁ EM PERIGO, AINDA PODE SER SALVO”
A Agricultura Familiar e a Agroecologia, fazem parte da proposta do Projeto Esperança/Cooesperança desde o inicio. A Agroecologia é trabalhada como processo, de transição investindo especialmente na consciência dos Agricultores (as) e consumidores (as). É trabalho em forma de processos Educativos, autogestionários e transformadores na perspectiva de que “tudo o que nasce pequeno, vira processo e tudo o que nasce grande, vira monstro”. A Agricultura Familiar é o caminho para erradicar a Fome e a Miséria no Brasil e no mundo.
Na preservação do Meio Ambiente é trabalhado toda a parte dos resíduos sólidos, para salvar o planeta e melhorar a qualidade de Vida Ambiental. Os resíduos sólidos são aproveitados para a Geração de Trabalho e Renda dos Catadores/as. É trabalhado a questão das “Sementes Crioulas como Patrimônio da Humanidade, a água com a distribuição justa da Terra”.
A grande preocupação do Projeto Esperança/Cooesperança é colocar na mesa do consumidor (a) produtos de qualidade sem agrotóxicos e sem aditivos químicos e produzidos pelos produtores (as), evitando assim o êxodo rural.
PROJETO ESPERANÇA/COOESPERANÇA
O Projeto Esperança/Cooesperança é um Setor Social da Arquidiocese de Santa Maria e atua com os Agricultores Familiares, Artesãos, pessoas que trabalham com alimentação, Hortigranjeiros e desempregados. Além deste trabalho de geração e Renda o Projeto Esperança/Cooesperança atua com crianças Indígenas, Agricultores Familiares, Artesãos, Catadores, Quilombolas, entre outros, com os quais contribui também com alimentos e aos grupos que preparam comida para os marmitex e levar para casa. Trabalha com projetos de crianças em turno inverso.
O Projeto Esperança é um dos Setores do Banco da Esperança, integrado com a Cáritas Regional – RS. Surgiu do estudo do Livro: “A Pobreza Riqueza dos Povos” do autor Africano Albert Tévoèdjeré. O estudo iniciou em 1980 e em 1986 iniciaram os primeiros PACs (Projetos Alternativos Comunitários) e em 15 de agosto de 1987, foi criado o Projeto Esperança. É uma proposta que na Arquidiocese de Santa Maria, articula e congrega as experiências de EPS (Economia Popular Solidária), e Agricultura Familiar no meio urbano e rural e na Prestação de Serviços, Desenvolvimento Solidário e Sustentável, Comércio Justo e Consumo Ético na perspectiva de “Uma Outra Economia Que Acontece”.
O Projeto Esperança desde 1987, vem construindo o Associativismo, o Trabalho, a Solidariedade, a Cidadania e um Novo Modelo de Desenvolvimento Solidário Sustentável, Territorial e Augestionário, através da Economia Solidária e da Inclusão Social. A UFSM, UFN, IRFADI, IFFar, Banco de Alimentos, SESC/Mesa Brasil, Governo Federal através de vários Ministériose a Prefeitura Municipal de Santa Maria/RS são parceiros históricos, que muito contribuíram nesta construção coletiva e participativa ao longo destes anos.
Principais segmentos que são atingidos pelo Projeto Esperança/Cooesperança: a Organização e a Formação; o Cooperativismo e a Economia Solidária; a Agricultura e Agroindústria Familiar; os Catadores/as de material reciclado; os Povos Indígenas; os Quilombolas; a cultura afro brasileira; os Artesãos/as; os trabalhadores urbanos na parte de alimentação e confecção; a Agroecologia; as Políticas Públicas; a Segurança Alimentar Nutricional Sustentável; as parcerias e a articulação com as Redes Nacionais e Internacionais de Economia Solidária; CPT – Comissão Pastoral da Terra de Santa Maria; as Feiras em Rede e Pontos Fixos de Comercialização Solidária; Rede COMSOL e o Centro de Referência de Economia solidária Dom Ivo Lorscheiter.
Tipo de público beneficiado:Agricultores/as Familiares, Artesãos/as, Agroindústria Familiar, Movimentos Populares, Pastorais Sociais, Educadores/as, Ecologistas, Acadêmicos, Cooperativas, Catadores/as de Resíduos Sólidos, Povos Indígenas, Quilombolas, grupos Afro-descendentes, Moradores em Situação de Rua, Refugiados e Migrantes, bem como um grande público de consumidores conscientes, participativos e apoiadores de nossa história. A meta é não dar o peixe, mas ensinar a pescar, mas os trabalhos de emergência, para o qual são destinados os alimentos que vem do Banco de Alimentos são para as famílias extremamente necessitadas e para os projetos com crianças.
Articulação do Projeto Esperança/Cooesperança nos níveis: Regional, Estadual, Nacional, Internacional, Latino Americano e Intercontinental por ocasião dos grandes Eventos Internacionais que se realizam no mês de julho de cada ano, em Santa Maria – RS, através das Redes Intercontinentais de Economia Solidária – ECOSOL.
O FEIRÃO COLONIAL SEMANAL
O Feirão Colonial Semanal faz parte das atividades do Projeto Esperança/Cooesperança, setor vinculado ao Banco da Esperança da Arquidiocese de Santa Maria. Foi criado em 1º de abril de 1992, com a participação efetiva e comprometida dos Grupos Rurais e Urbanos associados ao Projeto Esperança/Cooesperança e da Rede Esperança. Participam os consumidores que tem consciência do consumo de produtos saudáveis de qualidade, para a defesa da Vida e Saúde e dos grupos organizados na região central – RS do Território da Cidadania.
A Gestão do FEIRÃO COLONIAL é feita de forma Colegiada, participativa, interativa e autogestionária entre a Equipe do Projeto Esperança/Cooesperança e os grupos associados, nos diversos segmentos de atuação do mesmo. É a Economia Solidária e a Agricultura Familiar Camponesa que se fortalece na região central – RS, que gera trabalho, renda e Desenvolvimento Regional na visão do “Pensar Global e Agir Local”, com a preocupação de oferecer alimentos saudáveis e no cuidado da Vida e Saúde.
A Comercialização se dá de forma direta entre o produtor organizado e do consumid@r consciente. O consumid@r fica sabendo quem produziu o produto que ele consome e se cria uma relação de confiança mútua, solidária, comprometida, interativa e autogestionária.No Feirão Colonial, realiza-se a venda direta do produtor ao consumidor, eliminando assim o atravessador, fortalecendo o Desenvolvimento Regional, Solidário, Sustentável e Territorial em vista do Bem Viver.
O espaço físico do FEIRÃO COLONIAL congrega o Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter e que tem um espaço importante, através de projetos com apoio das três esferas do Governo Municipal, Estadual e Federal.
Os Feirões Coloniais realizam-se todos os sábados das 7h às 11h30min, no Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, à rua Heitor Campos, snº, ao lado do Colégio Estadual Irmão José Otão, Santa Maria, RS, cujo espaço foi construído com esta finalidade, com apoio da Arquidiocese de Santa Maria e recursos de Políticas Públicas e com apoio significativo da Caritas Brasileira, da Caritas RS e da Caritas Arquidiocesana de Santa Maria.
Hoje participam do Feirão Colonial e igualmente do Projeto de Rede Esperança,Grupos Urbanos e Rurais da Região Central RS, além de representantes de outros Países, pessoas que moram em Santa Maria, como da Hungria, Colômbia, Venezuela, Tawian, Equador, Brasil e Haiti e que estão em Santa Maria, com moradia fixa e participam do Feirão Colonial.
Os prédios e o terreno são Patrimônios da Mitra Diocesana de Santa Maria e foram conquistados através de Projetos coordenados pelo Projeto Esperança/Cooesperança e Rede Esperança. Está em anexo o histórico dos recursos captados para a construção dos prédios do Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter.
FEICOOP – FEIRA DO COOPERATIVISMO, DA ECONOMIA SOLIDÁRIA E DA AGRICULTURA FAMILIAR
A FEIRA DE SANTA MARIA: “UMA EXPERIÊNCIA APRENDENTE E ENSINANTE”
Desde 1994, realiza-se em Santa Maria este grande Evento, da Feira Internacional de Economia Solidária, que em 2020 completará a sua 27ª Edição e a 16ª Edição da Feira Latino Americana de EcoSol. A partir de 1998 a Feira tomou cunho Estadual, e em 2000 tornou a Feira Nacional e desde 2005, a Feira do Mercosul. A partir de 2007 a Feira tomou um cunho Latino Americano de grande articulação, também com os outros Continentes
A FEIRA DE SANTA MARIA, faz parte da articulação Nacional de ECOSOL. As Feiras são grandes e significativos espaços, para dar visibilidade a Economia Solidária e as Políticas Públicas do Brasil em articulação com o Poder Público, Organizações, Entidades Parceiras e os Empreendimentos Solidários.
A Feira de Santa Maria é um grande braço do FSM (Fórum Social Mundial) coordenado pelo Projeto Esperança/Cooesperança da Arquidiocese de Santa Maria com o apoio da Prefeitura Municipal de Santa Maria, Cáritas Brasileira Regional/RS e os Fóruns com os Empreendimentos de Economia Solidária. A organização da Feira é uma grande Escola de participação, comprometimento, Democracia e Autogestão.
Juntamente com a Feira acontecem Conferências, Seminários, Oficinas, Debates, Caminhada Internacional e Ecumênica pela Paz e Justiça Social, Momentos Culturais, Levante da Juventude e outras atividades, onde as pessoas se tornam sujeitos participativos e os Empreendimentos Solidários, colocam a disposição dos Consumidores/as uma grande variedade de produtos produzidos pela Economia Solidária, Agricultura Familiar, articulação com os consumidores/as e Entidades parceiras e apoiadoras.
Durante a Feira, acontecem as práticas do Comércio Justo e do Consumo Ético e Solidário e as Trocas Solidárias e muitas atividades de Formação e Interação.
Na Feira não há consumo de cigarros. A água não é comercializada, pois a Água é um Bem Universal e um Patrimônio da Humanidade. Durante a Feira não há comercialização de refrigerantes. Os produtos deverão ser de procedência Ecológica. A linha Editorial da Feira, tem plena sintonia com a proposta. É um Evento que vale a pena. Ela vale mais do que um curso. Ela trabalha com a teoria e a prática articulando o campo e a cidade e as diferentes Culturas e Etnias
A Feira de Santa Maria é “Uma Experiência Aprendente e Ensinante”, que fortalece os processos participativos, organizativos, autogestionários e transformadores, fortalecendo o Modelo de Desenvolvimento Solidário, Sustentável e Territorial. Esta proposta forma sujeitos e cidadãos/as no exercício da Cidadania, fomenta Políticas Públicas, a Inclusão Social e Cidadania com a ‘’Transformação pela Solidariedade’’. A Feira de Santa Maria, como “Experiência Aprendente e Ensinante”, já inspirou muitas Feiras de Economia Solidária no Brasil e na América Latina. São Processos participativos e multiplicadores das Tecnologias Sociais Aprendentes e Ensinantes. Ela tem como propósito especial: “Construindo a Sociedade do Bem Viver: Por Uma Ética Planetária”.
FEIRA DA PRIMAVERA – UMA HISTÓRIA EM CONSTRUÇÃO
A Feira da Primavera foi criada pelo saudoso e sempre lembrado Dom Ivo Lorscheiter em setembro de 1975 e realizava-se anualmente na parte baixa no Altar Monumento do Parque da Medianeira e era realizada durante 04 dias quando iniciou.
Foram 11 Paróquias da cidade de Santa Maria, RS que participaram da 1ª Feira. Cada barraca teve o nome de uma flor, motivando a época da Primavera. O Cartaz com a boneca da Feira da Primavera, foi criado por Juan Amoretti, um artista comprometido e mora em Santa Maria há quase 50 anos.
A partir do ano 2000, a Feira da Primavera passou a ser dois dias. E desde 2008, acontece nas dependências do Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, Rua Heitor Campos, s/nº, fundos do Santuário da Medianeira. Desde o início todas as Paróquias e Municípios, participavam comercializando produtos típicos de sua região que eram doados pelos Paroquianos das diferentes Paróquias da Diocese.
O Projeto Esperança/Cooesperança ajuda a organizar e realizar a Feira da Primavera desde 1987 com os grupos da Economia Solidária e Agricultura Familiar há 33 anos. Participam também os Grupos do Brique da Vila Belga e a Polifeira da UFSM. A partir do ano 2000, a Feira da Primavera passou a ser dois dias.
Hoje, com as mudanças e várias dificuldades, algumas Paróquias dos Municípios comercializam seus produtos no dia da Feira. Outras Paróquias realizam nas suas Comunidades algum Evento Promocional que é ofertado no dia da Feira. A renda da Feira da Primavera reverte para os Projetos Sociais do Banco da Esperança e da Ação Social Arquidiocesana de Santa Maria, RS.
A Feira da Primavera desde os seus primórdios promove a Solidariedade em toda a Comunidade Arquidiocesana; em favor dos menos favorecidos, realizando a participação das Paróquias e Municípios no esforço comum para arrecadar recursos financeiros que mantenham os Projetos de Emergência do Banco da Esperança, das Paróquias e Municípios da região central/RS. Realizaram-se até o momento 45 Feiras da Primavera com a participação e esforço das Paróquias e Municípios da Arquidiocese, com a Ação Social e os grupos do Projeto Esperança/Cooesperança, através da Economia Solidária, Agricultura Familiar e nos últimos anos participam o Brique da Vila Belga e nesta Edição a Polifeira da UFSM. É a Feira mais antiga da Região.
O Projeto Esperança/Cooesperança é uma das Organizações junto com o Banco da Esperança/Ação Social Arquidiocesana de Santa Maria que cordenam e organizam a Feira da Primavera e Economia Solidária há 45 anos de forma initerrupta, interativa e participativa.
A Feira da Primavera trabalha com um significativo número de voluntários e pessoas comprometidas com as Causas Sociais. A arrecadação dos recursos da Feira da Primavera, tanto na comercialização dos produtos das Paróquias e Comunidades, como a Ação entre Amigos, subsidia os Projetos Sociais do Banco da Esperança da Arquidiocese de Santa Maria, que atende diversos trabalhos como um todo, destacando-se o trabalho com crianças, indígenas, Catadores, Segurança Alimentar e trabalho de Emergência, Promoção, cuidado com a Vida, a Saúde e o Planeta Terra.
30 ANOS DE SEMINÁRIOS DE ALTERNATIVAS À CULTURA DO FUMO
Desde 1991, organiza-se anualmente um grande Seminário de Alternativas à Cultura do Fumo. Iniciou em julho de 1991 com as Dioceses de Santa Maria, Santa Cruz do Sul e Cachoeira do Sul que na época não era Diocese. Posteriormente uniram-se a estas atividades as Dioceses de Cruz Alta e Santo Ângelo. Até o momento já foram realizados 30 Seminários de forma ininterrupta, sempre alternando entre as 05 Dioceses. Há uma equipe Colegiada das Dioceses que organizam, preparam e articulam estes importantes Seminários que acontecem em forma de rodízio nas Dioceses. Durante as três décadas muitas famílias deixaram de plantar fumo e trocaram pela produção de alimentos sadios e muitas pessoas pararam de fumar nestes 30 anos de história, cuidando da saúde, alimentação saudável e do Bem Viver.
EVENTOS ESPECIAIS
Há vários Eventos que são organizados com Entidades e Organizações parceiras no Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, em tempos fora da Pandemia Covid 19:
- Duas Feiras anuais de Malhas – com parcerias (5 dias)
- Uma Feira anual de Orquídeas – com parcerias (3 dias)
- 01 Varal Solidário – com parcerias( 1 dia)
- Entrega de Cestas Básicas da Campanha de Corpus Christi e do Cálice Solidáriocom outras Campanhas em parceria com a Arquidiocese, o Santuário Basílica Nossa Senhora Medianeira, Banco da Esperança e o Projeto Esperança/Cooesperança e entidades parceiras e apoiadoras pela Rede de Solidariedade.
O Projeto Esperança/Cooesperança participa em outras Feiras da Cidade e Região:
- Polifeira da UFSM – Semanal – Campus Universitário
- Feira da Avenida Roraima – UFSM – duas vezes por semana
- Feira Regional – Praça dos Bombeiros – Semanal (Prefeitura Municipal de Santa Maria)
- Outras Feiras Temáticas na cidade e nos municípios da Região Central RS.
Participação do Projeto Esperança/Cooesperança nos seguintes Conselhos e Fóruns:
- CONSEA/SM – Conselho Municipal de Segurança Alimentar
- Conselho Municipal de Economia Solidária (em reorganização)
- Conselho do Banco do Povo
- Banco de Alimentos de Santa Maria
- Comissão Estadual da CPT/RS (Comissão Pastoral da Terra)
- Conselho Arquidiocesano de Pastoral
- Articulação da Caritas Brasileira e Caritas RS
- GT – Grupo de Trabalho Nacional de Economia Solidária – ECOSOL
- GT – Grupo de Trabalho de Comercialização Solidária Nacional
- GT – Grupo de Trabalho – Economia de Francisco e Clara – RS
- GT – Grupo de Trabalho dos 60 anos da Caritas Brasileira do Regional – RS
- Articulação da 6ª Semana Social Brasileira – RS
- Articulação das Pastorais Sociais da Arquidiocese de Santa Maria
- GT – Grupo de Articulação Municipal “Simbiose” – Meio Ambiente e Resíduos Sólidos.
- Participação do Curso da ECEP (Escola Cristã de Educação Política) – Dioceses de Santa Maria, Santa Cruz do Sul e Cachoeira do Sul e UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul).
- Organização, Formação, Articulação dos Grupos Urbanos e Rurais da Região Central/RS, que abrange 34 municípios do Território da Cidadania da região central, sendo hoje muitas pessoas beneficiadas e um número significativo de consumidores.
- O FEIRÃO COLONIAL SEMANAL – 29 anos – todos os sábados.
- FEICOOP e Feira Latino Americana de Economia Solidária, o Maior Evento de Economia Solidária da América Latina – 27 Edições – 27 anos.
- Participação da Rede COMSOL e articulação dos 200 Pontos Fixos de Comercialização Solidária na região central em Santa Maria com 3 pontos fixos: Feirão Colonial, Casa do Artesão e Grupos da região.
- Feiras nas Praças Saturnino de Brito e na Rua 24 horas – Coordenado pelo Projeto Esperança/Cooesperança. Temos Feiras nas Praças, desde 1993, na Praça Saldanha Marinho, e agora na Rua 24 Horas e na Praça Saturnino de Brito.
- Participação em Congressos, Seminários, Campanhas, Assembléias, Simpósios, e realização de 02 edições dos Fóruns Mundiais de Economia Solidária em Santa Maria: Nos anos de 2010 e 2013 e em 2018 a 3ª Edição com o Jubileu da FEICOOP – 25 anos.
- Participação nos Fóruns Sociais Mundiais em 07 Edições (05 em Porto Alegre de 2000 a 2005), 01 em Caracas, Venezuela em 2006, 01 Fórum Mundial de Educação em Santa Maria em 2008 e 01 em Belém do Pará em 2009, 01 em Salvador, Bahia.
- Centenas de palestras nas Escolas, Universidades e Municípios e Entidades que convidaram para partilhar as experiências de Economia Solidária e Agricultura Familiar e o trabalho em Rede que fortalece estas temáticas.
- Participamos dos Programas de Segurança Alimentar Nutricional Sustentável, PAA, PNAE, Cozinhas Comunitárias, Restaurante Popular, CONSEA, e outros Conselhos.
- O Projeto Esperança/Cooesperança é uma “Experiência Aprendente e Ensinante”, que fortalece a caminhada de todos os que participam e acreditam neste modo de se organizar e neste “Outro Mundo Possível” e a “Outra Economia que já Acontece”.
MEMÓRIA AGRADECIDA – 34 anos
- À Deus e pela intercessão da Mãe Medianeira de Todas as Graças pelas bênçãos recebidas ao longo dos 34 anos de atuação do Projeto Esperança/Cooesperança.
- Pelo apoio, incentivo, participação, interação e divulgações deste importante histórico do Projeto Esperança/Cooesperança e todos os que contribuíram ao longo desta história.
- Aos consumidores que participam das Feiras, Feirões Coloniais, Feira Internacional de ECOSOL, Feira da Primavera e outros Eventos que fortaleceram esta caminhada Jubilar.
- Ao Magnífico Reitor e Professor Paulo Burmann e a equipe da Pró-Reitoria de Extensão, Pró-Reitoria de Planejamento que tão prontamente contribuíram na viabilização dos Projetos da FEICOOP há vários anos e em outros apoios significativos ao nosso trabalho.
- Ao Deputado Federal ElvinoBohnGass pelas Emendas Parlamentares viabilizadas nas últimas Feiras Internacionais do Cooperativismo e de Economia Solidária e outros Deputados: Paulo Pimenta, Henrique Fontana e Marco Maia e ao Senador Paulo Paim que já contribuíram ao longo da história com o apoio de Emendas Parlamentares para o Projeto Esperança/Cooesperança, nestes 34 anos.
- À Dom Hélio Adelar Rubert, Padres, às Comunidades Religiosas, Lideranças, Pastorais Sociais, Movimentos da Arquidiocese de Santa Maria, Entidades Parceiras e Empresas pelo apoio, incentivo e colaboração nestes 34 anos.
- Ao Prefeito Jorge Pozzobom e os Prefeitos que o antecederam nestes 34 anos e as Equipes da Prefeitura Municipal de Santa Maria e à todos os Prefeitos que ao longo desta história dos 34 anos contribuíram com o apoio e incentivo ao Projeto Esperança/Cooesperança.
- À Rede COMSOL e IMS (Instituto Marista de Solidariedade) pelo apoio e articulação dos Pontos Fixos de Comercialização Solidária da Rede Brasileira.
- À SENAES/MTE – Secretaria Nacional de Economia Solidária pelo apoio e incentivo às Feiras de Economia Solidária e a outros Projetos apoiados.
- Às Irmãs Carmelitas de Santa Maria e a Comunidade Cartuxa Nossa Senhora Medianeira de Ivorá pelo seu apoio na Unidade, Oração e apoio espiritual.
- À Caritas Brasileira, Caritas RS e às Caritas Diocesanas que sempre marcaram presença nos Eventos e atividades de Formação.
- Aos Fóruns, Conselhos, Cooperativas, Associações, Empreendimentos de Economia Solidária, Movimentos, Pastorais, Sindicatos, pela participação nos Mutirões, interação e comprometimento com nossa caminhada dos 34 anos.
- À Imprensa Escrita, Falada e Televisionada pelo apoio e divulgação do nosso trabalho ao longo dos 34 anos de história do Projeto Esperança/Cooesperança e Rede Esperança.
Para contatos:
Cáritas Arquidiocesana de Santa Maria – Projeto Esperança/Cooesperança
Rua Silva Jardim, 1704 – Centro – CEP 97.010-490 – Santa Maria – RS – Brasil
Telefone: 55 3223 0219 / 55 99685 6282 Watts / 99950 6282 vivo
E-mail: projeto@esperancacooesperanca.org.br/ feicoopsantamaria@gmail.com
Site: https://cooesperanca.wixsite.com/novosite
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